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Uma homenagem da Faculdade Atenas Maranhense ao Dia Internacional da Mulher. Crônica de autoria de José de Ribamar Fiquene, membro da Academia Imperatrizense de Letras. |
A civilização vem demonstrando a causa nobre do reconhecimento. Tudo se encaminha para confirmar o ajustamento humano da compreensão. Não há variedade no desempenho firme do arcabouço que sustenta a fraternidade, a igualdade e a solidariedade. E, por isso, a mulher deve ser vista como criatura de Deus. É preciso entendê-la para admirar a sua presença insubstituível. É preciso compreendê-la para consolidar a razão fundamental de sua abnegação. É preciso admirá-la para acender a luz cintilante do mundo. É preciso colocá-la no lugar precioso da terra para identificar o amor e a paz. É preciso vê-la como evangelização da humanidade para sustentar a harmonia da família. Os exemplos se multiplicam bastante. A tipicidade singulariza a função divina da mulher. Sem ela não haveria vida. Sem ela nada seria preparação à preservação do futuro. Sem ela a eficácia do bem não receberia os aplausos dos filhos do mundo. É verdadeira cordialidade que se amplia no amor e na esperança. É a sentimentalidade da época que traduz inspiração da felicidade. É o caminho da claridade que faz a abertura do horizonte florido. Não sei como seria a poesia sem a mulher! Não sei como seria a gratidão do homem sem a mulher!
O autor da internacionalização do dia da mulher – 8 de março – deve ter conversado com as estrelas para honrar e festejar sua mãe, suas filhas, suas amigas e todas as mulheres. Porque viu nelas a importância e a dignificação como base secular da vida. Porque viu nelas a verdadeira estrutura da solidariedade e do amor do mundo.
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No meu livro Lampejos preto homenagem às mulheres e as destaco no poema As Rosas, onde digo:
“São cânticos sem tristeza,
Como água, luz e beleza,
Vertentes da natureza,
Encantando o céu de anil!
São Rosas multicores,
Banhadas pelos amores,
Vestidas no véu de flores,
Que dominam o meu Brasil!”
E o grande Victor Hugo preconiza: “O homem é a mais elevada das criaturas. A mulher o mais sublime dos ideais. Deus fez para o homem um trono, para a mulher, um altar. O trono exalta; o altar santifica”
Livro: Luzes do Amanhã (“A Mulher e o Seu Dia Internacional”, José de Ribamar Fiquene)






